Artrite Reumatóide e Esclerose em Múltipla

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

O poder da canela no tratamento da esclerose múltipla


Um neurologista da Rush University Medical Center, EUA, recebeu uma autorização do National Institutes of Health (NIH) para avaliar se a canela, uma especiaria amplamente usada na culinária, poderá parar o processo destrutivo da esclerose múltipla.
"Desde os tempos medievais, que os médicos têm usado a canela para tratar uma variedade de distúrbios, incluindo tosse, artrite e dores de garganta", disse, em comunicado de imprensa,  o principal investigador do estudo, Kalipada Pahan, acrescentando que as "descobertas iniciais (que fizemos) em estudos realizados em ratinhos indicam que a canela pode também ajudar aqueles que sofrem de esclerose múltipla."
A ativação das células gliais no cérebro tem sido implicada na patogénese de várias doenças neurodegenerativas além da esclerose múltipla, como Alzheimer e Parkinson. A ativação das células gliais conduz a uma acumulação e segregação de factores de neurotoxina diferentes que causam diversas respostas auto-imunes causadoras de lesão cerebral.
"Essas reações auto-imunes no cérebro levam, por fim, à morte dos oligodendrócitos, um tipo de célula cerebral que protege as células nervosas e a bainha de mielina. No entanto, a canela tem uma propriedade anti-inflamatória que combate e inibe a ativação glial que provoca a morte das células cerebrais", explica Pahan.
Em estudos anteriores, Pahan foi capaz de demonstrar que o benzoato de sódio, um metabolito da canela, pode inibir a expressão de várias moléculas pró-inflamatórias nas células cerebrais e bloquear o processo da doença em ratinhos.
Diferentes doses de benzoato de sódio foram misturadas em água potável e administradas aos roedores. No modelo animal, a substância eliminou a pontuação de esclerose múltipla em mais de 70% e inibiu a incidência da doença em 100%.
Segundo apontou o cientista, atualmente, os medicamentos usados no tratamento da condição, “são caros, têm muitos efeitos secundários e uma eficácia de 30 a 40%. Se o nosso estudo for bem sucedido, um dia poder-se-á usar apenas uma colher de chá de canela por dia, com chá, leite ou mel, de modo a ajudar os pacientes com esclerose múltipla a gerirem o processo de doença".
A canela é segura e tem várias vantagens sobre os fármacos atualmente aprovados para tratar a esclerose múltipla, reforça o cientista, acrescentando ainda outros factores benéficos do uso da especiaria para tratar a condição: “não só é mais barata, como também não é tóxica e pode ser administrada por via oral, ao invés de uma injeção dolorosa”.
ALERT Life Sciences Computing, S.A.




Comentário:
Há ainda quem decide não cruzar os braços perante esta doença tão atual nos nossos dias, como é o caso de um neurologista da Rush University Medical Center que fazendo pesquisas e experiências, aos poucos vai conseguindo resultados.
Segundo o artigo divulgado no site acima referido, está a ser verificada os benefícios da canela para a esclerose múltipla. Foi descoberto que a canela tem uma propriedade anti-inflamatória que combate e inibe também a ativação glial que é a responsável pela morte das células cerebrais que protegem a bainha mielina fazendo com que exista esclerose. Foi descoberto também anteriormente que benzoato, metabolito de canela, administrado em animais bloqueia o processo de doença, os estudos continuam na esperança de se conseguir fazer com que atue de igual forma nos humanos combatendo por fim esta doença, que até ao momento é classificada como incurável.


Por: Daniela Catarino

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

Álcool reduz sintomas graves da Artrite Reumatóide


"Beber álcool pode diminuir os sintomas da artrite reumatóide, uma doença que não tem cura. Esta é a conclusão de um estudo da Universidade de Sheffield, na Grã-Bretanha, publicado ontem na revista Rheumatology.
A investigação contou com a participação de 873 pacientes com a doença, aos quais lhes foi perguntado que quantidade de álcool tinham consumido no mês anterior.
Durante a execução do estudo realizaram-se análises ao sangue dos pacientes e foram efectuados Raios X.


Verificou-se que os pacientes que mais vezes beberam álcool apresentaram sintomas menos graves do que os raramente o fizeram. Os testes realizados a quem consumiu mais bebidas alcoólicas revelaram menos danos e menos inflamação nos ossos e uma diminuição da dor e da incapacidade.
 Foram também inquiridas 1004 pessoas que não tinham a doença (usadas como grupo de controlo) e concluiu-se, também, que quem bebe álcool mais frequentemente tem menos hipóteses de a contrair."

Fonte:  http://www.cienciahoje.pt/index.php?oid=44275&op=all



Comentário: Como sabemos a artrite reumatóide é uma doença incurável e ainda não se sabe o tratamento específico desta, mas os técnicos especializados estão a investigar e cada dia estão cada vez mais próximos de descobrir a cura. No artigo foi referido que o consumo de álcool pode diminuir danos causados no corpo, ou seja, pode diminuir os sintomas da artrite reumatóide. Neste caso o consumo de álcool trás benefícios mas não podemos esquecer que a ingestão em excesso e uso indevido de álcool pode causar inúmeras outras patologias e ainda a dependência, o alcoolismo. Na minha opinião, a forma mais adequada de combater esta doença é adaptar um estilo de vida saudável e seguir as indicações do médico para tentar ter um estilo e uma boa qualidade de vida.


Por: Cristina Burdujan

domingo, 17 de fevereiro de 2013

Descoberta de potencial cura para a EM


Um estudo realizado pela Northwestern University School of Medicine in Chicago sugeriu que transplantes de células-tronco podem controlar e até mesmo reverter os sintomas da esclerose múltipla, se o tratamento for iniciado a tempo.
Nenhum dos 21 voluntários diagnosticados com a doença, que tiveram células-tronco retiradas da própria medula óssea, piorou durante 3 anos. E, de acordo com os pesquisadores, 80% dos pacientes melhorou ao menos um ponto na escala de problemas neurológicos.
Mais testes ainda estão a ser planeados, mas a comunidade científica já considera os resultados encorajadores.
No início da doença, a maioria das causas do sistema são parcialmente reversíveis. Mas, depois de dez ou quinze anos sem tratamento, efeitos secundários começam a aparecer e os danos neurológicos são irreversíveis.
Outros testes haviam sido feitos antes, mas nenhum mostrou resultados tão optimistas além do tratamento com células-tronco.
O tratamento começa com a extração das células-tronco da medula óssea do paciente. Esse material é congelado enquanto drogas, que destroem as células danificadas pela Esclerose Múltipla, são administradas. Depois, as células-tronco são usadas para substituir as células destruídas do sistema imunológico.

Fonte:

Análise: 
A descoberta de potenciais curas/tratamentos tem aumentado exponencialmente a esperança e o estímulo de uma nova vida, mais sã, para os que sofrem de esclerose múltipla. Este tratamento vigora em substituir as células doentes (sem revestimento de mielina), através da morte celular, por células tronco, ou seja, células indiferenciadas que, consoante o tecido orgânico em que se encontram, podem  "especializar-se" em determinadas características para que desempenhem funções específicas daquele determinado tecido. 
Desconhecida a causa natural desta doença, este novo tratamento é pouco mais que um tiro no escuro. No entanto, é através destas experiências que se vão traçando novos caminhos que têm mais potencialidade em atingir a meta desejada, que é a cura. Esta é, portanto, um dos melhores procedimentos para travar a doença. Combinando com isto resultados futuros e o conhecimento da genética (pois este processo de substituição não pode alterar o código genético do doente, ou seja, não pode impedir a continuação da produção de células deficientes, uma vez que não altera o ADN do indivíduo), estamos uns passos mais perto de obter um "stop" à EM. 

Por: Daniela Freitas Canha e Sá.


quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

Estudo descobre a proteína causadora de Esclerose Múltipla

" Cientistas da Universidade de Zurique, na Suíça, conseguiram identificar a substância química responsável pelo desenvolvimento da esclerose múltipla e impedir a sua acção. A descoberta pode ser a primeira esperança de cura para mais de 2,5 milhões de pessoas que sofrem desta doença no mundo.
No estudo, feito apenas em ratos, os pesquisadores descobriram que, ao conter a acção de uma proteína do sistema imunológico chamada GM-CSF, a doença não se desenvolve. Nos casos em que a doença já estava em fase adiantada, foi possível reverter o quadro eliminando-se a proteína com o uso de anticorpos.
A GM-CSF tem papel importante para o sistema imunológico, ao combater vírus e outros invasores que provocam doenças ao organismo. Nos casos de esclerose múltipla, contudo, a proteína activa uma série de reações que culminam na destruição da mielina (camada de gordura que envolve a maioria das fibras nervosas) e prejudicam a transmissão de mensagens no cérebro."

Fonte:  http://veja.abril.com.br/noticia/saude/estudo-identifica-proteina-causadora-da-esclerose-multipla


Comentário: A esclerose múltipla é uma doença neurológica, de causa desconhecida, que interfere com a capacidade em controlar funções como a visão, a locomoção, o equilíbrio, entre outras. Considera-se uma doença sem cura mas cuja evolução é possível atrasar. 
Devido aos avanços e várias investigações cientificas foi descoberta a proteína causadora de esclerose múltipla, esta descoberta é um passo gigantesco para a descoberta da cura para esta doença. Visto que ao encontrar a proteína causadora da esclerose múltipla é possível travar o seu desenvolvimento e impedir a sua acção. Esta descoberta só foi testada em ratos e foi bem sucedida mas não se tem a certeza se este tratamento será eficiente para o ser humano, entratanto este progresso cientifico é bastante significativo para toda população mundial que sofre ou tem tendencia de ter esta doença, pois ao trata-la os humanos serão mais saudáveis e terão uma vida com mais qualidade.

Por: Cristina Burdujan

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

Artrite reumatoide juvenil



O que é?
Artrite reumatoide juvenil, também chamada artrite reumatoide idiopática, é um tipo de artritecrônica que ocorre em crianças. É caracterizada por inflamação, dor, aumento de volume, vermelhidão e rigidez em articulações. Pode resultar em lesões articulares permanentes, afetar o crescimento e causar inflamação nos olhos (uveíte) e em órgãos internos.
A artrite reumatoide juvenil, assim como a artrite reumatoide de adultos, é considerada uma doença autoimune.
Entretanto, a forma juvenil pode desaparecer com a idade. Pode haver uma tendência hereditária com fatores desencadeantes envolvidos, mas pouco se sabe sobre isso.
A artrite reumatoide juvenil é classificada em três tipos principais, com base no número de articulações afetadas e no envolvimento de órgãos internos:
·         Pauciarticular (oligoartrite) – Afeta quatro ou menos articulações, em geral grandes articulações como os joelhos. Compreende cerca de 50% dos casos.
·         Poliarticular – Afeta cinco ou mais articulações, especialmente dos dedos e das mãos. É mais frequente em meninas.
·         Sistêmica – Afeta articulações e órgãos internos, provocando febre e erupções cutâneas intermitentes. É a forma menos comum.
Os sintomas variam entre as crianças e com o tempo, com exacerbações e remissões. Em alguns casos, são persistentes, em outros, desaparecem completamente. O diagnóstico de artrite reumatoide juvenil é considerado em crianças com sintomas durante pelo menos seis semanas. Os sintomas incluem rigidez matinal, claudicação, relutância em mover o membro afetado, dor e edema nas articulações afetadas. Crianças com a forma sistêmica têm febre intermitente, erupções cutâneas, aumento de linfonodos e, em alguns casos, aumento do fígado e do baço. As complicações podem incluir inflamação nos olhos e problemas de crescimento. As articulações afetadas podem ter crescimento acelerado ou atrasado, o que resulta em diferenças de comprimento entre os membros e deformidades articulares. O crescimento geral também pode ser afetado

Tratamento
Não há cura para a artrite reumatoide juvenil. Os objetivos do tratamento são diminuir a dor e a inflamação, manter a mobilidade e a função articular, e minimizar complicações. O tratamento varia para cada paciente e com a fase da doença.
Além de repouso e exercícios adequados, evitando estresse sobre as articulações afetadas, são usados anti-inflamatórios não esteroides, corticosteroides e imunossupressores.
É muito importante fazer fisioterapia e exercícios regulares para manter a amplitude de movimentos e a força muscular. Podem ser usadas talas para manter a posição adequada da articulação. A rigidez matinal pode ser aliviada com tratamento de calor e frio.
Talvez seja necessário fazer algumas adaptações em casa e na escola, mas, na maioria dos casos, é possível levar uma vida normal, e isso  deve ser estimulado.”


Comentário:
Como foi referido no artigo a cima artrite reumatoide não é uma doença exclusiva de adultos como algumas pessoas pensariam, é também detetada em crianças, mais particularmente nas meninas.
Este tipo de doença crónico pode afetar o crescimento da criança em causa, é uma doença detetável e para isso os seus pais apenas têm que estar atentos aos sinais, como por exemplo: inflamações, dores da área afetada e rigidez nas articulações.
A artrite reumatoide juvenil é hoje caracterizada em três tipos, consoante o número de articulações afetadas. O caso mais comum é o pauciarticular, este é caracterizado por 4 ou menos articulações afetadas, há também o poliarticular, mais usual nas meninas, afeta 5 ou mais articulações e por último, há o caso sistémico que afeta tanto as articulações como também os órgãos internos.
Pouco se sabe sobre as causas desta doença, pensasse que pode haver uma tendência hereditária com fatores desencadeantes envolvidos, mas até à data pouco se pode aprofundar.
A artrite juvenil não tem cura, sendo que os tratamentos administrados apenas diminuem os sintomas, como as dores e as inflamações, mantêm a mobilidade e a função articular, com visa a uma melhor adaptação da criança à doença.





 Por: Daniela Catarino

domingo, 10 de fevereiro de 2013

Esperança no tratamento da Esclerose Múltipla

"A Esclerose Múltipla é uma doença que afecta a capacidade de comunicação das células do sistema nervoso no cérebro e da medula espinal. Em casos extremos pode resultar em incapacidade permanente.

Investigadores do Instituto Italiano de Saúde coordenam um projecto de investigação da União Europeia com o objectivo de desenvolver novas estratégias terapêuticas para curar os pacientes com Esclerose Múltipla. Antes, os biólogos tiveram primeiro que compreender os complexos mecanismos do desenvolvimento da doença.

Análises moleculares a amostras de tecido celular danificado confirmaram que a inflamação do sistema nervoso desencadeia o processo neurodegenerativo.

“Podemos por exemplo analisar amostras de lesões do interior do sistema nervoso central dos pacientes. Podemos não só confirmar a existência de lesões mas também a extensão delas. Podemos de alguma maneira estabelecer como essas lesões estão relacionadas com a presença de células do sistema inflamatório”, afirma Roberta Magliozzi, bióloga do Instituto Italiano de Saúde.

Os investigadores sabem agora como a doença evolui. Mas estão ainda inseguros quanto à forma como ela surge e às razões pelas quais só afecta determinadas pessoas.
Aqui no Instituto Karolinska, na Suécia, são feitos vários estudos com o objectivo de aprofundar o conhecimento das causas desta doença. Experiências laboratoriais são combinadas com ensaios clínicos em voluntários como Anette.
Anette Hansson, antiga hospedeira de bordo, ficou a saber que sofria de Esclerose Múltipla em 2005.
“Continuo a fazer as mesmas coisas que fazia antes. Mas de forma diferente. Já não corro, faço caminhadas apoiada com bastões. Já não danço ballet como costumava, agora faço yoga”, declara.
A investigação permitiu identificar alguns genes que se pensava estarem relacionados com a origem da doença.
“Descobrimos pelo menos 5 novos genes de risco da Esclerose Múltipla. Isolado, cada um, afecta muito pouco as probabilidades de desenvolver a doença. Mas juntos caminham no sentido da doença. Esta informação dá-nos novas ideias para encontrar alternativas terapêuticas” afirma Tomas Olsson, professor de Neurologia, no Instituto Karolinska.
Tomas Olsson combinou informação genética com diferentes estilos de vida e padrões ambientais e chegou a conclusões reveladoras.
“Há três suspeitos principais no que diz respeito aos factores estilo de vida/ambiente que podem ajudar a doença desenvolver-se. Primeiro a falta de exposição solar e como consequência a carência de Vitamina D. Segundo a infecção de um vírus, chamado Epstein-Barr. E o terceiro é o tabaco. A ligação entre fumar e a Esclerose Múltipla é uma descoberta recente. Aqui na Suécia compilámos e publicámos a maior quantidade de material sobre este assunto em toda a Europa. Os nossos estudos mostram que fumar aumenta o risco de contrair Esclerose Múltipla em 60%. Mas, em conjunto com dois genes de risco diferentes essa probabilidade aumenta para 2500%”, explica Tomas Olsson.
Avanços biológicos, genéticos e ambientais permitiram aos investigadores centrar-se em novas terapêuticas contra a neurodegeneração. Mas não implicam necessariamente o uso de novos medicamentos.
“Há claramente uma grande necessidade de desenvolver novos medicamentos para ajudar os pacientes. No entanto, o problema é que isso custaria aproximadamente um bilião de euros e demoraria entre 10 a 15 anos de trabalho árduo. Por isso pensámos como seria possível tomar um atalho. Foi isso que tentámos fazer. Estamos a ver se um medicamento que foi usado há muitos anos na Europa no tratamento da Hipertensão, que aumenta a pressão sanguínea, pode também ser usada para travar a neurodegeneração. Aquilo que temos visto nos nossos modelos é que sim, até um certo ponto, este medicamento trava a neurodegeneração”, diz Lars Fagger, professor de Neuroimunologia da Universidade de Oxford.
Actualmente vários países europeus trabalham em conjunto com um objectivo comum: encontrar uma cura para a Esclerose Múltipla.
“A nossa expectativa é que a ciência possa dar brevemente alguns resultados específicos. Se não para nós, para os pacientes, ou para os que sofrem da doença há pouco tempo”, afirma Claudio Conforti, paciente com Esclerose Múltipla.
“No que respeita à investigação da Esclerose Múltipla, há 25 anos dizíamos ao paciente: ‘volte quando estiver pior’. Há 15 era possível fazer alguns tratamentos para reduzir o número de recaídas em 30%. Hoje em dia existem certos tipos de tratamento que reduzem as recaídas em 60 a 70 %”, explica Tomas Olsson.
“Não estou à espera que os investigadores encontrem de um dia para o outro uma cura mágica para todos os pacientes. É uma doença complexa. Mas estou certo que pouco a pouco irão encontrar soluções para alguns de nós”, conta Francesco Sinibaldi.
“Para nós investigadores o desafio é compreender melhor as causas e a patogénese da doença para que, dentro de 15 anos, tenhamos melhores terapias”, afirma Tomas Olsson.
“Sinto-me bem. E conheci muita gente com Esclerose Múltipla que também se sente muito bem. Esta doença não significa que tenhamos que acabar numa cadeira de rodas. E mesmo que isso aconteça não é o fim da vida. Sinto realmente que tenho uma vida muito boa agora”, diz Anette Hansson."

Comentário: Este vídeo é um testemunho de que existe um avanço considerado nos estudos para a compreenção e tratamento da esclerose de placas. O testemunho dado pelas pessoas afectadas por esta doença é uma amostra de que o esforço feito no avanço dos tratamentos faz realmente uma consideravel diferença possibilitando os portadores desta doença a terem uma hipotese para uma vida normal. Ha que salientar a importância de investir em estudos desta doença pois o nosso meio é propicio ao desenvolvimento desta doença. Apurar as causas e procurar soluçoes para atenuar ou mesmo acabar com a progressão da esclerose de placas parece ser um dos objectivos da nossa sociedade, devendo ser apoiada por todos. Os tratamentos recentes tem resultados positivos devolvendo aos portadores a oportunidade de levar uma vida normal.

Por:Tamara Burlaka

sábado, 9 de fevereiro de 2013

Estudo da ANDAR demonstra que a Artrite Reumatóide diminui o desempenho laboral

A doença afecta 40 mil portugueses, a maioria mulheres em idade activa.

"A Artrite Reumatóide provoca alterações médias a extremas no desempenho profissional de mais de 70 por cento dos doentes em idade activa, entre os 35 e os 65 anos, demonstra um estudo desenvolvido pela Associação Nacional dos Doentes com Artrite Reumatóide (ANDAR) apresentado hoje, data em que se assinala o Dia Internacional das Doenças Reumáticas, na Assembleia da República.
Este estudo, realizado com o propósito de analisar o perfil dos doentes com artrite reumatóide em Portugal, revela que a patologia afecta sobretudo as mulheres, em idade activa, e tem grandes impactos no desempenho funcional e profissional dos doentes.  Em Portugal, existirão 40 mil doentes a sofrer desta doença, um dado que se torna preocupante.
Estas alterações na actividade laboral traduzem-se, sobretudo, em absentismo – baixas e redução do tempo de trabalho – e em reformas antecipadas, com os impactos pessoais e socioeconómicos daí decorrentes. A questão económica é particularmente relevante dado que os doentes apresentam um gasto médio de 100€ mensais em medicamentos.
Os dados recolhidos junto de 1064 doentes apontam, ainda, para dificuldades na realização das actividades do dia-a-dia mesmo em idades mais jovens, com mais de 60 por cento dos doentes a referir alguma ou muita dificuldade em realizar a maior parte das actividades referidas, o que se reflecte num grande impacto na condição emocional dos doentes.
Arsisete Saraiva, presidente da ANDAR, explica que “já há algum tempo que sentíamos a necessidade de avaliar a real situação dos doentes com artrite reumatóide em Portugal e foi com esse objectivo que realizámos este estudo, cujos resultados vêm ao encontro dos alertas que temos, repetidamente, vindo a fazer: a artrite reumatóide tem um enorme impacto no desempenho laboral e produtividade dos doentes, especialmente das mulheres, que muitas vezes acumulam a actividade profissional e doméstica.”
António Vilar, reumatologista e secretário-geral da ANDAR, considera que “este estudo vem demonstrar que a artrite reumatóide tem um impacto relevante a nível da produtividade. Numa altura de crise económica é importante que se pense em medidas que permitam aos doentes com artrite reumatóide manterem-se activos e produtivos, contribuindo para a recuperação económica do país”."

Fonte: http://saude.sapo.pt/noticias/saude-medicina/estudo-da-andar-demonstra-que-a-artrite-reumatoide-diminui-o-desempenho-laboral.html

Comentário:
Após uma breve análise do artigo do estudo sobre o perfil dos doentes com artrite reumatóide em Portugal podemos concluir que é uma doença bastante incapacitante para pessoas que vivem dentro das cidades pois impossibilitam a realização de tarefas quotidianas cruciais que integram o indivíduo na sociedade. Posso concluir também que a maior parte da população afetada tem entre 35 a 65 anos cujo sexo é sobretudo o feminino. 
Por outro lado, quanto à questão económica preocupa muito o elevado preço dos medicamentos visto que estas pessoas não estão aptas a desempenhar as tarefas laborais adequadamente.
Por fim, sendo que as artritres têm um grande impacto na vida social e emocional dos afectados há que se adaptar soluções que permitam estes manterem-se activos e produtivos, de modo a poderem darem um contributo económico ao país.

Por:Tamara Burlaka

domingo, 3 de fevereiro de 2013

Tratamentos alternativos para a Artrite Reumatóide


Tratamentos tradicionais chineses para artrite
Os tratamentos chineses tradicionais também reduzem a dor e a inflamação, mas se focam na eliminação da causa da artrite e, com isso, da própria doença.

Acupuntura: a artrite responde com eficácia à acupuntura. Quando associada à moxabustão, pode aliviar dor e reduzir a inflamação imediatamente. Alguns casos intensos requerem apenas algumas sessões de tratamento. Agulhas normalmente são aplicadas em pontos ao redor da área dolorida, levando circulação à área e contribuindo para aliviar a estagnação que causa dor e aumento de volume da junta. Um quadro mais crônico pode levar meses e até anos para ser solucionado. Por essa razão, é essencial iniciar o tratamento dessa enfermidade na fase mais precoce possível.
Exercício: em qualquer tipo de artrite, é importante que a pessoa pratique exercícios regulares para aquecer o corpo e fazer a energia Chi e o sangue fluirem pelos meridianos. Como a artrite é uma doença relacionada à estagnação, o movimento é parte essencial do processo de cura.



Benefícios do exercício físico para o paciente reumático
Pacientes com artrite costumam evitar os exercícios físicos por uma série de razões. “Alguns pacientes evitam as atividades físicas devido ao medo da dor articular ou de ferimentos; outros evitam os exercícios pelas mesmas razões dos que não têm artrite: relutância em mudar o estilo de vida”, explica o médico.
O sedentarismo, além de agravar os problemas relacionados com a artrite, pode resultar em uma série de outros riscos à saúde, incluindo o diabetes tipo II e as doenças cardiovasculares. “A diminuição da tolerância à dor, a fraqueza muscular, a rigidez articular e a falta de equilíbrio, comum a muitas formas de artrite, podem ser agravadas pela falta de exercícios físicos”, destaca Sérgio Lanzotti.


Cada tipo de exercício tem um efeito positivo na redução da dor associada à artrite e às outras doenças reumáticas. Conheça alguns destes benefícios:

  • Mais flexibilidade: os exercícios ajudam a manter ou a melhorar a flexibilidade das articulações e dos músculos adjacentes afetados pela doença. Os benefícios incluem uma melhor postura, redução do risco de lesões e melhora da função. Exercícios de flexibilidade devem ser realizados de cinco a 10 vezes por dia, enquanto os exercícios de alongamento devem ser realizados, pelo menos, três dias por semana;
  • Reforço da musculatura: os exercícios de fortalecimento são projetados para trabalhar os músculos. Músculos fortes melhoram sua função e ajudam a reduzir a perda óssea relacionada à inatividade. Para as pessoas com artrite, um conjunto de exercícios para os principais grupos musculares é recomendável pelo menos 2-3 vezes por semana. “A resistência ou o peso deve desafiar os músculos, sem aumentar a dor nas articulações”, observa o reumatologista;
  • Melhora da capacidade aeróbica: exercícios aeróbicos incluem atividades que usam os grandes músculos do corpo de uma maneira repetitiva e rítmica. O exercício aeróbico fortalece o coração e o pulmão. Para as pessoas com artrite, este tipo de exercício agrega outros benefícios, tais como controle de peso, melhora do humor, do sono e da saúde em geral. Formas seguras de realizar exercícios aeróbicos incluem caminhada, dança aeróbica, hidroginástica, ciclismo ou exercícios em equipamentos como bicicletas ergométricas e esteiras. “As recomendações atuais para atividade aeróbica são 150 minutos de exercícios de intensidade moderada por semana, de preferência, distribuídos por vários dias na semana”, orienta Sérgio Lanzotti;
  • Consciência corporal: exercícios de consciência corporal abrangem atividades para melhorar a postura, o equilíbrio, o senso de posição articular, a coordenação e o relaxamento. “Tai chi e yoga são exemplos de exercícios recreativos que incorporam elementos da consciência corporal e podem ser muito úteis para pacientes artríticos”, diz o médico.


Benefícios da atividade física para os portadores de atrite reumatóide

Fontes:
Medicina chinesa e artrite reumatóide: http://saude.hsw.uol.com.br/medicina-chinesa-tratamento-artrite.htm
Benefícios do exercício físico para os reumáticos: http://vidaequilibrio.com.br/artrite-reumatoide-x-exercicios-fisicos

Vídeo: http://www.youtube.com/watch?v=g4VZazBSkbg
Imagens: 1ª: http://www.drosmarsaude.com/acupuntura-e-seus-beneficios
2ª: http://dicasedicas.net/confira-quais-os-beneficios-da-hidroginastica/


Análise:
A AR não tem uma cura que a aniquile de vez. Assim sendo, o seu portador tem de arranjar meios alternativos que o façam sentir-se melhor, tanto a nível físico como emocional. E manter esse bem estar é arranjar formas de evitar ou apaziguar os efeitos da AR, já referidos, como o inchaço, vermelhidão e dor moderada a intensa. E esses meios alternativos são a prática de exercício físico regular mas controlado por agentes de saúde e de educação física e a medicina contemporânea ou até mesmo a tradicional, cujos efeitos pós tratamento são, geralmente, significativos. A toma rotineira de fármacos muitas vezes não propicia o efeito desejado. Desta forma, porque não experimentar um tipo de medicina diferente? Há resultados comprovados. Poderão não ser a cura total da AR, mas são certamente uma grande ajuda na convalescença desta doença. Aliando esses efeitos positivos a atividade física controlada, como descrita acima pelos artigos mencionados, é um caminho eficaz, se não o mais eficaz na aniquilação do mal-estar provocado. Citando Márcio Atalla e sendo já um ditado bem conhecido, "A atividade física é recomendada a todos!".

Por: Daniela Freitas Canha e Sá.






domingo, 27 de janeiro de 2013

Artrite Reumatoide Pode Atrapalhar Gravidez


Um estudo de cientistas da Califórnia, com 68 mil grávidas apontou que a artrite reumatóide (A.R.) pode atrapalhar os planos das mulheres em se tornar mães. Do total, 25% das mulheres com artrite reumatóide tentaram engravidar durante pelo menos um ano, sem sucesso. No caso das mulheres que não sofriam da doença, apenas 16% teriam demorado a engravidar durante este tempo. Além disso, 10% das mulheres com A.R. passaram por tratamentos de fertilidade em comparação a 8% das mulheres sem a doença.
A artrite reumatóide aparece quando o sistema imunológico ataca o tecido das juntas por engano, levando a inflamação, dor e danos às articulações. A doença é mais comum em mulheres que homens e, apesar de surgir durante a “meia idade”, ela pode afectar adultos também. O pesquisador Damini Jawaheer do Oakland Research Institute se questiona se é a doença ou os remédios para seu tratamento que podem afectar a fertilidade da mulher. “Pouco se sabe sobre os efeitos do tratamento de A.R. neste contexto”.
O médico disse que as mulheres que estão a tentar engravidar são aconselhadas a suspender o uso de medicamentos contra a artrite, porque algumas delas podem causar má formação no bebé. Ele pressupõe que quando a mulher para de tomar o medicamento, há um aumento da A.R. o que, de alguma maneira, retarda a possibilidade de gravidez. “Entretanto, mais estudos são necessários para investigar outras causas”, disse Jawaheer.
Os resultados foram baseados em 68 mil mulheres dinamarquesas que ficaram grávidas entre 1996 e 2002. Destas mulheres, 112 haviam sido diagnosticadas com A.R. antes da gravidez. Geralmente, as mulheres que sofriam da doença demoraram mais para conseguir conceber.


Comentário:
Como já foi referido a artrite reumatóide é uma patologia inflamatória que causa dor, inchaço e perda de função nas articulações, apresenta uma origem desconhecida e pode ocorrer em qualquer idade. Quando a artrite reumatóide não é tratada correctamente pode provocar consequências para as doentes traduzidas em incapacidade funcional e também compromete a qualidade da vida.
Esta patologia atinge mais mulheres do que homens, provavelmente devido a presença de alguns genes que permitem uma maior propensão da doença. A artrite Reumatóide pode comprometer o desejo de ser mãe, ou seja, como foi referido no artigo as mulheres que possuem esta patologia tem dificuldade em engravidar. Isto deve-se aos medicamentos que podem comprometer a formação e a saúde do bebé, por isso os especialistas recomendam suspender o tratamento, por outro lado ao suspender o tratamento pode existir o agravamento da artrite e deste modo retarda a possibilidade de gravidez. Entretanto com ajuda de bons tratamentos de fertilidade e com ajuda de um especialista qualquer mulher pode concretizar o seu sonho de ser mãe.

POR: Cristina Burdujan


sábado, 26 de janeiro de 2013

Nova esperança para esclerose múltipla


"Investigadores ingleses descobriram novos avanços para a cura da esclerose múltipla. Neurologista portuguesa sublinha, no entanto, que ainda vai demorar até a investigação ter resultados práticos.
Uma investigação realizada no Reino Unido oferece esperança de cura aos doentes com esclerose múltipla (EM), mas a investigadora portuguesa Maria José Sá alerta que este é um trabalho que ainda vai demorar muitos anos a dar resultados.
"Uma hipótese que está a ser estudada é o transplante de células estaminais poder de facto estimular as células que produzem mielina. Como a doença se caracteriza por perder mielina, se houver possibilidade das células que a produzem poderem serem regeneradas ou estimuladas, é possível curar a doença, mas disso estamos ainda longe", esclareceu a neurologista à Lusa.
Actualmente não existe uma cura para a EM, mas apenas tratamentos disponíveis que podem atrasar o avanço e aliviar os sintomas relacionados"


Comentário:
Como já foi referido anteriormente esclerose múltipla é uma doença inflamatória, em que são danificadas as bainhas de mielina que envolvem os axônios do cérebro e da espinal-medula.Esta destruição da bainha faz com que haja uma interrupção na passagem do sinal nervoso, o que dificulta a comunicação das células do sistema nervoso central (cérebro e espinal-médula).
Até à data não existe cura para esta doença, existem apenas diversos tratamentos capazes de abrandar o decurso da doença, mas como foi especificado no artigo a cima evidenciado, está a ser investigado um novo tipo de tratamento, um transplante de células estaminais, células" mestras" que têm capacidade de se transformarem em outro tipo de células. Têm-se em esperança que estas mesmas células estimulem as células que produzem mielina ou que as regenerem, fazendo assim com que a bainha mielina destruída volte a ser reposta sem que haja interrupção nas passagens dos sinais nervosos que necessitam destas.



Por: Daniela Catarino

domingo, 20 de janeiro de 2013

Esclerose de placas ou esclerose múltipla, o que é?


O que é?
É uma doença do Sistema Nervoso Central, lentamente progressiva, que se caracteriza por placas disseminadas de desmielinização (perda da substância - mielina - que envolve os nervos) no crânio e medula espinhal , dando lugar a sintomas e sinais neurológicos sumamente variados e múltiplos, às vezes com remissões, outras com exacerbações, tornando o diagnóstico, o prognóstico e a eficiência dos medicamentos discutíveis.
O que causa?
Não existem causas conhecidas para a esclerose múltipla, entretanto estudam-se causas do tipo anomalias imunológicas, infecção produzida por um vírus latente ou lento e mielinólise por enzimas.
Observações de casos familiares sugerem suscetibilidade genética e as mulheres são um pouco mais afetadas do que os homens.
Podemos dizer que atualmente há maior número de casos do que nos anos 50, e que as manifestações surgem entre os 20 e os 40 anos de idade, sendo que essa enfermidade teria menor prevalência e incidência na América Latina, principalmente no Brasil, pois é mais comum em climas temperados do que em climas tropicais.
O que se sente?
Os pacientes referem problemas visuais, distúrbios da linguagem, da marcha, do equilíbrio, da força, fraqueza transitória no início da doença, em uma ou mais extremidades, dormências, com períodos às vezes de melhoras e pioras, sendo que quando predomina na medula, as manifestações motoras, sensitivas e esfincterianas se encontram geralmente presentes, existindo raramente dor.
A evolução é imprevisível e muito variada. No início podem haver períodos longos de meses ou anos entre um episódio ou outro, mas os intervalos tendem a diminuir e eventualmente ocorre a incapacitação progressiva e permanente. Alguns pacientes se tornam rapidamente incapacitados. Quando a doença se apresenta na meia-idade a progressão é rápida e sem melhoras e às vezes fatal em apenas um ano.
Como se faz o diagnóstico?
O diagnóstico possível e provável dependerá da experiência do neurologista que, auxiliado por exames para-clínicos pertinentes, tais como: Ressonância Magnética, líquido cefalorraquidiano, potenciais evocados e outros, chegará ao diagnóstico definitivo, sem praticamente precisar do exame anátomo-patológico.
Qual é o tratamento?
Quanto ao tratamento, além dos cuidados gerais, recomenda-se fisioterapia e psicoterapia. Usam-se antivirais como Amantadina, Aciclovir, Interferon, Imunossupressores, ACTH, Corticóides que, se não curam, poderão melhorar às vezes sensivelmente a sintomatologia, sobretudo Pulsoterapia corticóide, acompanhado ocasionalmente por plasmaferese, são algumas armas utilizadas com o intuito de combater a doença, porém devemos reconhecer que são sumamente dispendiosos e com resultados discutíveis. Inobstante poder combater os sintomas como a espasticidade (droga antiespástica), toxinas botulínica, betabloqueadores e as dores raras do Trigêmeo (carbamazepina e clonazepam), inequívocamente auxiliam a vida dos pacientes, que apresentam sempre um sinal de interrogação no seu prognóstico.

 Visto que o tema do trabalho para o 2º período é artrite reumatóide e esclerose de placas decidi procurar o significado de uma delas como a minha colega já falou sobre a artrite reumatóide vou continuar nesse curso e falar sobre a esclerose de placas.A esclerose de placas, também conhecida como esclerose múltipla, é uma doença que afecta o sistema nervoso central caracterizando-se pela perda de mielina  que envolvem os axónios do cérebro e da espinal medula, o que leva à sua desmielinização. Não se sabe ao certo a causa desta doença mas as teorias aceites incidem em causas genéticas, infecciosas  e até mesmo devido a factores ambientais. As observações feitas a níveis familiares mostram que as mulheres estão mais susceptíveis a esta doença que os homens. Também observa-se um aumento do número de doentes ao longo dos anos. É uma doença dificilmente detectável e tratável dependendo o seu diagnóstico e tratamento da experiência do médico. Esta doença é bastante imprevisível, manifestando-se a nível da locomoção, visão, fala, da sensibilidade. Com a progressão da doença ficando a pessoa afectada incapacitada.

Tamara Burlaka