"Investigadores ingleses descobriram novos avanços para
a cura da esclerose múltipla. Neurologista portuguesa sublinha, no entanto, que
ainda vai demorar até a investigação ter resultados práticos.
Uma investigação realizada no Reino Unido oferece
esperança de cura aos doentes com esclerose múltipla (EM), mas a investigadora
portuguesa Maria José Sá alerta que este é um trabalho que ainda vai demorar
muitos anos a dar resultados.
"Uma hipótese que está a ser estudada é o
transplante de células estaminais poder de facto estimular as células que
produzem mielina. Como a doença se caracteriza por perder mielina, se houver
possibilidade das células que a produzem poderem serem regeneradas ou
estimuladas, é possível curar a doença, mas disso estamos ainda longe",
esclareceu a neurologista à Lusa.
Actualmente não existe uma cura para a EM, mas apenas
tratamentos disponíveis que podem atrasar o avanço e aliviar os sintomas
relacionados"
Comentário:
Como já foi referido anteriormente esclerose múltipla é uma doença inflamatória, em que são danificadas as bainhas de mielina que envolvem os axônios do cérebro e da espinal-medula.Esta destruição da bainha faz com que haja uma interrupção na passagem do sinal nervoso, o que dificulta a comunicação das células do sistema nervoso central (cérebro e espinal-médula).
Até à data não existe cura para esta doença, existem apenas diversos tratamentos capazes de abrandar o decurso da doença, mas como foi especificado no artigo a cima evidenciado, está a ser investigado um novo tipo de tratamento, um transplante de células estaminais, células" mestras" que têm capacidade de se transformarem em outro tipo de células. Têm-se em esperança que estas mesmas células estimulem as células que produzem mielina ou que as regenerem, fazendo assim com que a bainha mielina destruída volte a ser reposta sem que haja interrupção nas passagens dos sinais nervosos que necessitam destas.
Como já foi referido anteriormente esclerose múltipla é uma doença inflamatória, em que são danificadas as bainhas de mielina que envolvem os axônios do cérebro e da espinal-medula.Esta destruição da bainha faz com que haja uma interrupção na passagem do sinal nervoso, o que dificulta a comunicação das células do sistema nervoso central (cérebro e espinal-médula).
Até à data não existe cura para esta doença, existem apenas diversos tratamentos capazes de abrandar o decurso da doença, mas como foi especificado no artigo a cima evidenciado, está a ser investigado um novo tipo de tratamento, um transplante de células estaminais, células" mestras" que têm capacidade de se transformarem em outro tipo de células. Têm-se em esperança que estas mesmas células estimulem as células que produzem mielina ou que as regenerem, fazendo assim com que a bainha mielina destruída volte a ser reposta sem que haja interrupção nas passagens dos sinais nervosos que necessitam destas.
Por: Daniela Catarino

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