Artrite Reumatóide e Esclerose em Múltipla

sábado, 26 de janeiro de 2013

Nova esperança para esclerose múltipla


"Investigadores ingleses descobriram novos avanços para a cura da esclerose múltipla. Neurologista portuguesa sublinha, no entanto, que ainda vai demorar até a investigação ter resultados práticos.
Uma investigação realizada no Reino Unido oferece esperança de cura aos doentes com esclerose múltipla (EM), mas a investigadora portuguesa Maria José Sá alerta que este é um trabalho que ainda vai demorar muitos anos a dar resultados.
"Uma hipótese que está a ser estudada é o transplante de células estaminais poder de facto estimular as células que produzem mielina. Como a doença se caracteriza por perder mielina, se houver possibilidade das células que a produzem poderem serem regeneradas ou estimuladas, é possível curar a doença, mas disso estamos ainda longe", esclareceu a neurologista à Lusa.
Actualmente não existe uma cura para a EM, mas apenas tratamentos disponíveis que podem atrasar o avanço e aliviar os sintomas relacionados"


Comentário:
Como já foi referido anteriormente esclerose múltipla é uma doença inflamatória, em que são danificadas as bainhas de mielina que envolvem os axônios do cérebro e da espinal-medula.Esta destruição da bainha faz com que haja uma interrupção na passagem do sinal nervoso, o que dificulta a comunicação das células do sistema nervoso central (cérebro e espinal-médula).
Até à data não existe cura para esta doença, existem apenas diversos tratamentos capazes de abrandar o decurso da doença, mas como foi especificado no artigo a cima evidenciado, está a ser investigado um novo tipo de tratamento, um transplante de células estaminais, células" mestras" que têm capacidade de se transformarem em outro tipo de células. Têm-se em esperança que estas mesmas células estimulem as células que produzem mielina ou que as regenerem, fazendo assim com que a bainha mielina destruída volte a ser reposta sem que haja interrupção nas passagens dos sinais nervosos que necessitam destas.



Por: Daniela Catarino

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